A personificação da luxuria. Não tinha nada a perder capaz de tudo para satisfazer seus desejos mais íntimos. Poderia ser confundida facilmente com uma mulher como outra, que quer estudar, se formar, casar, ter filhos, se dedicar a uma profissão. Possuía um rosto doce e inocente, mas puro engano, ninguém poderia imaginar que por trás daquele semblante angelical habitava o verdadeiro demônio carnal, que ela sufocava em seu corpo.
Jane foi criada no interior, pelos seus pais, mas foi na capital que ela aprendeu tudo que precisava para sobreviver. Saída de sua cidade natal aos 16 anos, ela veio a capital tentar ganhar a vida e estudar, morou no inicio com uns parente maternos só que não deu certo, pois ela possuía uma personalidade difícil, depois ela foi morar num quarto pequeno e fétido que alugou no centro da cidade. O lugar aparentava um cortiço, era um prédio antigo que tinha uma pintura desgastada, portas e janelas em péssimo estado e cheirava a mofo, mas era o único lugar que Jane poderia pagar com o medíocre emprego que possuía em um armarinho na estação rodoviária.
Em um dia, Jane saiu do seu trabalho muito tarde por causa de chuva, era segunda-feira e ela precisava ir ao curso que fazia a noite, não seria a primeira vez que ela iria perder o pré-vestibular já que faltava frequentemente.
No caminho para a sua casa a chuva piorou e ela resolveu parar num ponto de ônibus para esperar, lá estava apenas um homem negro, másculo, de porte atlético e ar misterioso que chamou à atenção de Jane. Eles se entre olhavam com fogo, com desejo, com devassidão, com apetite. Ele se aproximou e sem dizer nada lhe deu um beijo forte, quente e intenso. Ao longo do beijo Jane percebeu o quanto aquele homem te exitava e o quanto ele tinha poder sobre ela. O clima foi esquentando e ela sentiu o grande volume que se formava na calça dele. Ele conduziu a sua mão até o seu pênis, ela começou a massageá-lo e o tirou de dentro da calça e viu como era grande e grosso e como ele estava babando de tesão. Ele a pegou pelos cabelos e começou a esfregar o rosto dela no seu pênis, ele esfregava com força e batia-o com ele no rosto dela, enquanto ela o chupava com vontade, feito um bezerro querendo mamar, ela já estava louca com toda aquela situação, escorria pelas suas pernas o liquido do prazer enquanto seu clitóris latejava de excitação. Ela queria mais, muito mais e o homem a empurrou deixando-a num estado deplorável e foi embora, sem ao menos dizer o próprio nome.
by:orleans
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